MatheusMáthica: "O lado interessante e curioso da Matemática"

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Aranha

Uma aranha tece sua teia no marco de uma janela. Cada dia duplica a superfície feita anteriormente. Dessa forma tarda 30 dias para cobrir o vazio da janela. Se em vez de uma aranha, fossem duas, quanto tempo demoraria para cobrir o vazio?






Um pouco de conhecimento:

Fazer uma teia é uma estratégia muito sofisticada, sendo assim, alguns especialistas afirmam que  para construir a teia, uma aranha leva entre 20 e 30 minutos. E a durabilidade de cada uma varia de horas até mais de uma semana. Além disso, enfatizam que os fios de seda são extremamente resistentes e elásticos, sendo assim, uma espessura equivalente a um décimo de um fio de cabelo, pode ser esticado, sem quebrar, 40% acima do seu comprimento normal – o dobro da elasticidade do náilon. Esses especialistas calculam que um fio de teia grosso como um lápis seria capaz até mesmo de parar um Boeing 747 em pleno vôo!


Referência:

Site: Super Interessante. Disponível em:<https://super.abril.com.br/ciencia/aranha-faz-a-teia-com-fios-de-proteina/>. Acesso em 21 fev. 2018.
Site: Mundo Estranho. Disponível em:<https://mundoestranho.abril.com.br/mundo-animal/como-e-feita-a-teia-de-aranha/>. Acesso em 21 fev. 2018.
Autor da imagem: Desconhecido.
Montagem: MatheusMáthica




quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Estrela de Davi




Um pouco de conhecimento:

A Estrela de Davi (estrela de seis pontas), conhecida também como o “Escudo de Davi”, é um símbolo maioritariamente usado por crentes no Judaísmo. É formada por dois triângulos equiláteros sobrepostos.

Referência:

Dicionário de Símbolos. Disponível em:<https://www.dicionariodesimbolos.com.br/estrela-davi/>. Acesso em 07 fev. 2018.
Autor da imagem: Desconhecido.
Montagem: MatheusMáthica

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Múltiplos Olhares: a gestão educacional em foco

Olá amigos, colegas e familiares, passando para lembrar que será hoje o lançamento do livro, do qual tenho a imensa honra de ser coautor. Conto com a presença de todos. 





OBS: Será na UESB - Campus de Jequié, no auditório Wally Salomão, a partir das 19h.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Um marceneiro deseja cortar uma placa retangular de madeira de medidas 256 cm por 96 cm em quadrados iguais de maior lado possível, de forma que não haja desperdício (sobras) de madeira. 


a) Qual deve ser o lado de cada quadrado obtido? 


b) Quantos quadrados foram obtidos?  



Fonte:

<http://www.vestibulandia.com.br/> Acesso em 25 jul 2016.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

III Encontro de Matemática da UFRB - III EMAT



O Encontro de Matemática da UFRB (EMAT) encontra-se em sua terceira edição, sendo que a primeira foi realizada em 2011, sendo intercalado pelo XIV Encontro Baiano de Educação Matemática (EBEM), sediado no CFP/UFRB, em 2012. Já a segunda foi realizada em 2013 na própria instituição caracterizado como continuidade das ações formativas do DAMAT, o EMAT já se constitui como atividade privilegiada de diálogo e de articulação entre teoria e prática educacional. Este evento acadêmico configura-se como mais um espaço formativo do estudante do Curso de Licenciatura em Matemática, com vistas a favorecer a articulação entre ensino, pesquisa e extensão e a interação entre teoria e prática, conforme definidas no Projeto Pedagógico do Curso.


Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Centro de Formação de Professores

Maiores informações em: http://damatufrb.wix.com/iiiemat
Email: damatufrb@hotmail.com
Facebook: Damat UFRB



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Problemas de US$ 1 milhão


Conhecido pela capacidade de falar de matemática de forma divertida, britânico lança obra recheada de enigmas até hoje indecifráveis e que valem um bom dinheiro


texto André Julião

Marcus du Sautoy entendeu ainda cedo que a matemática não deveria ficar restrita aos cálculos, fórmulas e equações. Para ele, quase tudo pode ser explicado em termos matemáticos, e o que não pode é um mistério empolgante que um dia ainda será resolvido. Esses enigmas ainda não solucionados são o mote de seu livro Os mistérios dos números – uma viagem pelos grandes enigmas da matemática (que até hoje ninguém foi capaz de resolver), lançado no Brasil pela Zahar. Mais do que um pesquisador na área, Sautoy tem se notabilizado como divulgador da disciplina. Ele escreve em revistas de divulgação científica e jornais e é figurinha fácil em programas de rádio e TV na Grã-Bretanha. Seu talento para explicar matemática às massa rendeu-lhe a Cátedra Simonyi para a Compreensão Pública da Ciência da Universidade de Oxford, onde Sautoy é professor. A cátedra foi criada em 1995, financiada pelo húngaro-americano Charles Simonyi, antigo programador da Xerox e da Microsoft famoso por ser o primeiro homem a ir duas vezes ao espaço como turista espacial. Sua intenção era de que o premiado fizesse importantes contribuições para a compreensão pública de algum campo científico. Seu primeiro titular deveria ser o evolucionista Richard Dawkins. Sautoy sucedeu Dawkins em 2008, com a aposentadoria do polêmico cientista militante do ateísmo. 

Em Os mistérios dos números, Sautoy apresenta de forma divertida conceitos que podemos até ter visto na escola, mas cuja apresentação provavelmente não foi tão intrigante como a que ele faz. “O sistema educacional opta por privilegiar o lado utilitário e funcional da matemática e não as belas e excitantes ideias. É como aprender escalas e arpejos num instrumento musical e nunca ouvir música de verdade”, disse o autor por e-mail à Unesp Ciência, da beira da piscina, enquanto aproveitava um feriado na Inglaterra. “Este livro é meu manifesto para o que deveria ser ensinado nas escolas”, completa o professor. 

No primeiro capítulo, por exemplo, em que se dedica a mostrar os enigmas que cercam os números primos, Sautoy usa o exemplo de uma espécie de cigarra que aparece nas florestas dos Estados Unidos e no Canadá a cada 17 anos (um número primo, ou seja, divisível apenas por um e si mesmo). O inseto, da espécie Magicicada septendecim, passa todo esse tempo debaixo da terra, sugando as raízes das árvores para se alimentar. Em um dia de maio do 17º ano de seu ciclo de vida, as cigarras saem da toca e começam a cantar umas para as outras. O barulho é tão grande que muitas pessoas se mudam da região nessa época. Depois de fertilizadas, as fêmeas depositam os ovos na superfície e, após seis semanas de muito barulho, todas as cigarras morrem e a floresta fica em silêncio pelos próximos 17 anos. 


Encontro fatal 

A teoria mais usada para explicar esse fenômeno é a de que um possível predador também costumava aparecer periodicamente na floresta, sincronizando sua chegada com a das cigarras, quando então podia se banquetear delas. Com a seleção natural regulando sua vida em ciclos de números primos (existem ainda espécies que aparecem a cada 13 anos, e outras a cada sete, ambos igualmente números primos), as cigarras se depararam com predadores com muito menos frequência do que se tivessem um ciclo de número não primo. “Por exemplo, suponhamos que os predadores apareçam a cada 6 anos. As cigarras que surgem a cada 7 anos irão coincidir com os predadores apenas a cada 42 anos. Por outro lado, as que aparecem a cada 8 anos irão coincidir com os predadores a cada 24 anos; cigarras que surgem a cada 9 anos coincidirão ainda mais amiúde: a cada 18 anos”, escreve. Com um ciclo de 17 anos, o encontro da cigarra com seu predador vai demorar mais de 100 anos para ocorrer. 

O talento de Sautoy para encontrar em outras ciências e, mesmo no dia a dia, exemplos de aplicação da matemática foi apurado durante os anos como estudante da mesma Universidade de Oxford em que dá aulas hoje. “O sistema de Oxford encoraja os estudantes de matemática a interagir com os de outras áreas. Então eu passei muito tempo explicando para filósofos, historiadores e músicos as maravilhas da minha área de estudo. Acho que foi graças a essa atmosfera interdisciplinar como estudante que eu me dei conta de que tinha uma habilidade para explicar conceitos da matemática para não-matemáticos”, diz. “Fiz também muito teatro, acho que é por isso que eu gosto de fazer programas de TV sobre matemática. Aliás, acabo de escrever uma peça chamada X&Y sobre questões que trabalho na matemática. Espero levá-la ao Brasil um dia!” 

Para quem ainda não se convenceu a ler o livro, Sautoy, autor também do aclamado A música dos números primos, lançado aqui em 2007, dá a chance para o leitor ganhar US$ 1 milhão. É quanto o empresário americano Landon Clay oferece para quem resolver um dos seis “Millenium Prize Problems” ainda sem solução. O único deles resolvido até agora, conhecido como Conjectura de Poincaré, foi solucionado pelo russo Grigori Perelman em 2002. Em 2010, o Clay Mathematics Institute, fundado por Landon Clay, anunciou que Perelman era o vencedor de um dos prêmios milionários, mas este recusou a oferta, alegando que o reconhecimento pela solução era suficiente. 

Segundo Sautoy, quem se propuser a resolver algum dos problemas deve ter “pensamento lateral”, uma tradução aproximada de “lateral thinking”, termo cunhado pelo médico maltês Edward de Bono para descrever a solução de problemas através de uma abordagem indireta e criativa. “Deve ser alguém que possa olhar para um problema de um novo jeito, perguntar uma nova questão, encontrar um método alternativo de solucioná-lo. Eu acredito ainda que esses problemas precisam de alguém que possa combinar toda uma gama de formas matemáticas de pensar”, afirma o autor. 

A recompensa maior, segundo Sautoy, sempre será a resolução do problema em si. Perguntado se às vezes não é frustrante ser um matemático, principalmente quando não se consegue solucionar um problema, ele diz: “Com certeza! Mas, de certa forma, essa também é a graça da coisa. Porque a excitação e o afluxo de adrenalina que ocorrem quando você finalmente resolve um problema que foi tão difícil de solucionar compensa toda a frustração”.


Referência:

Revista: Unesp Ciência, setembro de 2013 - Ano 5, nº 452013  <http://www.unesp.br/aci_ses/revista_unespciencia/acervo/45/livros>. Acesso em 11 abr 2016.

X SEMANA DE MATEMÁTICA DA UFMA – II EMAF


Apresentação

O Departamento de Matemática (DEMAT), junto com o Diretório Acadêmico de Matemática (DAMAT) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) irão realizar de 17 a 20 de Maio de 2016 a X Semana de Matemática no Centro de Ciências Exatas e Tecnologia (CCET), que contará com palestras, minicursos, oficinas, exposições, mostra de filmes, intervenções culturais, entre outros.
A Semana de Matemática tem sido realizada periodicamente, contando com a participação de pesquisadores, professores e acadêmicos das áreas das ciências exatas da UFMA e de outras instituições de pesquisa e de ensino superior do Maranhão e do Brasil, além de alunos e professores do ensino básico.
Assim como em outras edições, o encontro receberá pesquisadores e educadores reconhecidos internacionalmente, proporcionando aos participantes uma interação científica importante no desenvolvimento da pesquisa em matemática no Estado. 


Local: Universidade Federal do Maranhão - CCET - UFMA, São Luís - MA

II SEMINÁRIO CEARENSE DE HISTÓRIA DA MATEMÁTICA - II SCHM


17 E 18 DE MARÇO DE 2016


APRESENTAÇÃO

A cada ano cresce o número de pesquisas sobre História da Matemática, se consolidando como uma das principais tendências da Educação Matemática. A História da Matemática é uma metodologia que, se utilizada de forma correta, pode surtir efeitos inesperados em uma sala de aula. Concordamos com D’Ambrosio (1996) quando ele menciona que a História da Matemática serve para nos dar uma maior compreensão da evolução do conceito, enfatizando as dificuldades epistemológicas inerentes a esses conceitos, que estão sendo trabalhados. Além disso, a História da Matemática esclarece, para o aluno, ideias matemáticas que estão sendo construídas no seu cotidiano, podendo, assim, responder aos “porquês” tão presentes nas aulas, formando cidadãos mais críticos sobre o conhecimento em geral. 

Nesse sentido, o Grupo de Pesquisa em Educação e História da Matemática (GPEHM), vinculado à Universidade Estadual do Ceará (UECE), em parceria com a Sociedade Brasileira de Educação Matemática – Regional do Ceará e a Sociedade Brasileira de História da Matemática promovem o II Seminário Cearense de História da Matemática – SCHM, como uma iniciativa que pretende suscitar e impulsionar discussões sobre as relações entre Educação Matemática e História da Matemática. 


OBJETIVO 

O II Seminário Cearense de História da Matemática (SCHM) tem por objetivo promover e propagar pesquisas em História da Matemática desenvolvidas por pesquisadores, professores e alunos ligados a essa temática, assim como suas relações com a Educação Matemática. Nosso intuito é proporcionar um debate entre alunos, professores e pesquisadores do estado do Ceará, sobretudo no que se refere como, por que e para que realizar pesquisas na área da História da Matemática, visando contribuir para a melhoria da qualidade do ensino de Matemática da região. 


PÚBLICO ALVO 

O evento destina-se a alunos, professores e pesquisadores que se interessam em discutir assuntos ligados a pesquisas em História da Matemática e sua relação com a Educação Matemática. 




Local: Universidade Estadual do Ceará (UECE) – Fortaleza - CE
Maiores Informações: http://schm2016.blogspot.com.br/